quinta-feira, 3 de maio de 2007

Perto disso o General Custer era indigenista.

Esse é o "Brasil que dá certo", nas palavras da Veja. Ela tem razão porque os tiros são sempre certeiros.

India Kaiowá Guarani é assassinada por pistoleiros em MS

A índia Kuretê Lopes, de aproximadamente 70 anos, foi morta com um tiro no peito na manhã desta terça-feira, dia 09, em uma ação de despejo promovida por seguranças particulares contratados por fazendeiros. Cerca de 200 Guarani Kaiowá da aldeia Taquapery ocupavam desde sexta-feira, dia 05, uma fazenda de 2,4 mil hectares na região de Amambaí, extremo sul do Mato Grosso do Sul. A área é reivindicada como território tradicional pela comunidade de Taquapery.

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Veja bem! Os fatos em que o Lasier tem de dançar um dobrado para não comentar!!

Criei um selinho para ilustrar todos os fatos em que o nosso querido jornalista Lasier Martins dança um dobrado, escapa pela tangente, dá uma de joão-sem-braço, para não comentar com aquele profissionalismo do tempo das administrações populares. Tudo se resume a um "veja bem!", uma conversa para boi dormir ou um papo furado. Dentre tantas pérolas analisadas por outros blogs fica um registro: A epidemia de Dengue no estado. Lasier discorreu didaticamente sobre o assunto, frisando que o responsável pela dengue é a 'mosquita', já que o digníssimo marido se contenta com a seiva das plantas. Qualquer descaso com os programas de combate a dengue ficaram no ar, como os ditos insetos.

Prefeitura destrói patrimônio artístico a marretadas


A vereadora Margarete Moraes recebeu ontem, dia 24, denúncia que o painel do artista plástico Mauro Fuke, na Av. Vasco da Gama, estava sendo destruído amarretadas. No local, foi informada que a agressão se justificava por que haviadescolamento de parte dos azulejos, que poderiam cair. Para Margarete, éincompreensível que a obra de renomado artista, escolhida por edital, não recebamanutenção e que sua derrubada seja a única solução para o descolamento de alguns azulejos.

A obra do artista Mauro Fuke foi uma das quinze contempladas pelo projeto Espaço Urbano - Espaço Arte, promovido pela Prefeitura quando Margarete Moraes era secretária da Cultura. O projeto, com trabalhos selecionadas através de edital público, tinha por objetivo abrir espaço para que artistas plásticos valorizassem o espaço urbano, dando significado e dialogando com a população. Havia espaço para a obra instigadora, que provoca novas idéias, e a reconciliadora, que harmoniza e reconcilia a população com determinado local. A ação contou com o reconhecimento dos moradores da cidade e da comunidade artística internacional.
O projeto foi extinto pela atual administração municipal. Para Margarete Moraes “é um escândalo que a Secretaria Municipal da Cultura não crie nada de novo, não conserve e ainda destrua o que já existe”. Mais preocupante é este não ser um fato isolado. A mesma atitude foi adotada em relação ao auditório Araújo Vianna que, ao invés de ser reformado, fechou suas portas há mais de dois anos, fazendo que o descaso e as pombas acabem com mais este patrimônio dos porto-alegrenses. O atual secretário da Cultura diz não haver previsão de restauro da obra.

Do boletim eletrônico da vereadora Margarete Moraes


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quarta-feira, 2 de maio de 2007

Um link muito interessante para quem desenha!

Para quem desenha, um prato cheio de tecnologia na web. Para quem não manja nada, diversão garantida. Um site em que se desenha e pinta online, permitindo compartilhar a obra com outras pessoas.

www.ratemydrawings.com

Notícias do Neorama

Tem jornal que é como agência de propaganda. Quando é para enxugar funcionário é a rodo mesmo.
Desta vez, o cartunista e chargista Agê, que já ajudou o Neorama dos Quadrinhos a mostrar a Pizzada dos Cartunistas de 2006 e que já teve sua arte exibida por nosso portal tem uma péssima notícia.

A última charge de Agê no DCI
28 pessoas foram demitidas no DCI (Diario do Comércio e Indústria) de São Paulo. inclusive, o nosso artista, que é o mais novo chargista desempregado do Brasil.
Marko Ajdarić
Neorama dos Quadrinhos
A maior newsletter da Nona Arte do Mundo
http://www.neorama.com.br/

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Um comentário, enquanto o Frias esfria.

Um pedaçinho do texto de Altamiro Borges para a Nova-e. Frias morreu como o Roberto Marinho (coisa ruim demora para morrer, não?), mais um baluarte da democracia e da liberdade de imprensa.
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A morte do “democrata” Octavio Frias
Altamiro Borges
Carregando presos para a tortura
“A Folha de S.Paulo nunca foi censurada. Ela até emprestou as suas C-14 [veículo tipo perua, usado na distribuição do jornal] para recolher os torturados ou pessoas que iriam ser torturadas na Oban (Operação Bandeirantes). Isso está mais do que provado. É uma das obras-primas da Folha... E hoje você vê esses anúncios da Folha – o jornal desse menino idiota chamada Otavinho – que parece que ela, nos anos de chumbo, sofreu muito, mas ela não sofreu nada. Quando houve uma mínima pressão, o Sr. Frias afastou o Cláudio Abramo da direção do jornal. Digo que foi ‘mínima pressão’ porque o Sr. Frias estava envolvido na pior das candidaturas possíveis na sucessão do general Geisel. A Folha apoiava o Frota [general Sílvio Frota, ministro do Exército, da chamada linha dura, fascista]. O Cláudio Abramo foi afastado por isso”.
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A cosntrução dos estados mentais.- Imperdível!!

Só uma amostrinha.
clipped from www.novae.inf.br
“Estamos diante de uma mídia que não reflete sobre si mesma e que é, portanto, espelho e produtora de indivíduos que não refletem sobre si mesmos",diz o professor Evandro Vieira Ouriques.
Para Evandro, na sociedade pós-moderna, os estados mentais dos indivíduos (o fluxo de pensamentos e emoções) estão atravessados pelo discurso da mídia, marcado pelo reconhecimento pelo capital.
No livro “História das Teorias da Comunicação”, o belga Armand Mattelart, professor da Universidade de Paris e um dos mais eficientes críticos do monopólio mundial dos meios de comunicação, diz que, nos dias atuais, a liberdade política não pode se resumir ao direito de exercer a própria vontade.
Os produtos e serviços são tributados com valores que não pertencem a eles: solidariedade,
amor, confiança, perspectiva de vida, garantia de futuro, tranqüilidade. O que gostaríamos de
ter nas relações, em casa e na sociedade, está agregado aos produtos e serviços aos quais
acabo de me referir.

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